sábado, 2 de maio de 2009

"Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária

para aceitar as coisas que não podemos modificar,

coragem para modificar aquelas que podemos e

sabedoria para distinguir umas das outras".



Sento-me…

À beira do lago…

Fico…

Na sua tranquilidade…

Ouço o som…

Do infinito.


Em plenitude…

Ergo-me no vôo de uma ave que passa

Abro as minhas asas

E fluo...

Ao sabor do vento.

Não me movo.

Simplesmente,

Plano.


Observo do alto

As cores

Azuis

Do céu,

Da àgua,

Do tempo

Que permanece,

E não existe.

As pedras

Do chão,

Os penedos

Os rochedos

Que me segredam

Segredos

De PAZ,

Segredos

De AMOR



Amarelos

Do Sol

Do tom das pedras

E das folhas amarelecidas

Que caem das árvores

Num flutuar perene

Ao sabor do mesmo vento

Que me eleva.

E que me dizem

Que a LUZ

É.



Prateados

Dos reflexos

Na àgua

Dos peixes

Do lago

Que me contam

Como é bom

SENTIR

EMANAR

VIVER



EU SOU.



Com o carinho da amizade,

PAZ.

LUZ.

ETERNO FLORESCER.

Fátima, Alcides e Thayná Mayara.

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